Cheiros e rituais… 

19 de abr de 2017 | Sem categoria | por:

Quando um perfume invade a casa, sua energia vitaliza…

Espalha cor, espalha luz, espalha o canto do aroma com a brisa…

Verte frescor na menina, verte leveza no lugar…

Transforma peso em alegria, limpa, perfuma, faz renovar… 

Em cada cheiro uma intenção, a cada dia uma energia. Pra deixar leve o corpo e flutuar a alma em alegria…

 
Na foto: Rituais de banho, rituais para a casa e rituais para o corpo e a alma da Avatim. 

A vida incrível, o mundo e os homens

06 de abr de 2017 | Crônicas Próposito Vem Viver | por:
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Sim, eu acho a vida incrível. O dom de viver, descobrir coisas… Vejo isso nos olhos dos meus filhos diariamente. Me lembro de cada passo deles, dos sabores na boca, do sentir os cheiros, do conhecer lugares e coisas simples, como ir a praia. Sim, o dom da vida é lindo. Não posso acreditar que viver é algo ruim, fracassado, pesado, terrível. Não, não posso acreditar nisso. Senão, não seria viver, seria sobreviver, seria carregar pesadamente o fardo de estar vivo. Talvez seja fácil pra mim, ao pensar no histórico da minha vida, uma mulher que nasceu numa família de classe média, sempre estudou em escola particular e teve amor. De maneira resumida, a vida foi boa pra mim. Contudo, não consigo olhar as coisas sob a ótica do simplismo. A ótica da superfície. Porque a alma humana padece de dores indiretas, estranhas, inexplicáveis. Não fosse isso, não haveria suicídio entre ricos, ou depressão em famílias tidas como normais. A alma humana padece. Não sei se é uma escolha de cada um, acredito na dificuldade que cada um tem, por isso não dá pra dizer que é uma escolha ser feliz ou não… Pensar nisso e na vida é complicado.

Na minha história familiar enfrentei muitos problemas. Problemas de relação com meus pais, de conexão e entrega com minha mãe, a distancia de meu pai… Mas dentro do meu pequeno mundo problemático (porque, sim, eu entendo que muita gente passa por problemas muito maiores que os meus), eu soube trabalhar minhas faltas e frustrações de maneira positiva. Eu consigo olhar o mundo pelo viés do amor, pelo viés da compaixão e da esperança. Acho que cada um deve trabalhar sua história de vida de forma a não reproduzir os padrões que causaram algum tipo de sofrimento, mesmo que isso pareça difícil. É preciso lutar todos os dias, contra nós mesmos. Afinal, se estes padrões foram os que a gente sempre conheceu, como ser outra coisa senão aquilo? Não é simples, mas é possível. Eu luto todos os dias, todo mundo pode. Contudo, eu escolhi lutar com serenidade, com força e coragem, mas não com dureza. A vida sempre me mostrou que a dureza não era boa companheira. Os duros sempre foram mais cruéis e insensíveis na minha estrada e eu não queria isso pra mim, nem para os meus.


Mas olhar a vida pela ótica positiva não quer dizer tapar os buracos do mundo, os buracos dos homens. Desde que me entendo por gente fui reflexiva, penso no nosso propósito quase que diariamente, e isso mexe. Já me inscrevi nos Médicos Sem Fronteiras (mesmo sendo jornalista) e estou agora no aguardo do programa Missão África. Mas por que, Juliana? Por que você sairia do seu mundinho pra se meter no meio dessa pobreza toda, cheia de doenças e sofrimento. Essa não é sua realidade. Mas me lembro sempre de uma propaganda do MSF que dizia: Mesmo com toda a guerra, sofrimento e dor que um homem possa provocar, somente um ser humano pode salvar outro ser humano… E isso mexe comigo todos os dias. Nos perguntarmos sobre o porque de tudo que há no mundo não nos trará respostas, mas ajudar sim.
Vejo a necessidade imediata de uma pulverização de amor pelo mundo, do enxergar o ser e não o ter. De abrir a cabeça de comandantes, fanáticos pela religião ou pelo poder, para mostrar o que REALMENTE IMPORTA. Bombardeios sem fim na Síria, ataques com armas químicas, guerras e mais guerras… Pelo que? Será que toda luta tem que ser armada? Toda guerra tem que ser na força? Eu, na minha visão utópica do mundo, acho que não. Mas também não acho que será fácil, para outras pessoas, enxergarem isso, dessa forma. Parece conversa de gente paz e amor, mas não é. É um serio pensamento sobre ser gente e enxergar nosso semelhante como sendo gente. É achar que o mundo precisa de uma bomba de amor.


Mas eu tenho esperança… Esperança nas pessoas que lutam por vidas humanas. Esperança no mundo de gente que existe aí tentando salvar crianças em guerras sem sentido algum. Esperança nas pessoas que se unem pra ajudar gente. Porque um ser humano só pode ser salvo (em qualquer instancia que seja) por outro ser humano.

As fotos das ONG. Missão África, que já fez 11 expedições a África, levando voluntários de diversos segmentos para ajudar, jovens, crianças e adultos com risco de morte.

Uns, eram especialistas, médicos e enfermeiros, outros, apenas voluntários que colocavam as crianças para dormir, davam banho, abraçavam e contavam histórias. Um dia também terei uma história dessas pra contar e encher meu coração.

Wanderlust Spirit 

30 de mar de 2017 | Wanderlust | por:
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Um dia o mundo te descobre e você também descobre ele… é difícil explicar, mas é muito fácil sentir. Quando experimentamos novas culturas, lugares e pessoas, fica mais fácil entender porque o mundo chama quem tem espírito livre. Livre de padrões, livre de quadrados, livre de caixas, livre de pensamento. É preciso fechar os olhos e respirar fundo… Mas quando o mundo chama, dificilmente você terá apenas um porto.

Um dia parei. E agora?

29 de mar de 2017 | Sem categoria | por:
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Pensar na vida, fazer planos, saber o que eu quero, ou não quero, ou não sei se quero mais, é uma constante pra mim. Não consigo me ver numa caixa, com rotina fixa (e chata) todos os dias. Sou tao chão, quando penso na minha família, mas sou tao ar, quando penso o que quero conquistar, conhecer, ser, fluir… A vida pra mim é tao, tao incrível que as vezes eu tenho medo. Medo de ficar velha, medo de não fazer tudo, medo de viver mediocremente, medo de não dar tempo. medo. Mas ao mesmo tempo me acho tao corajosa, tao eu. Eu sei exatamente quem eu sou, mesmo que me reconheça nesta capsula louca e metamorfose, de mudança, de descoberta. Acho que sou muitas pessoas, muitas eu. Me tornei jornalista, me tornei radialista, mãe, budista, amante, louca, raiz, saudável, formiga. Me vi justa e boa, apesar dos mil defeitos que carrego.. e isso me fez feliz, isso me faz feliz, isso me faz bem. Saber quem sou.

As vezes é difícil se descobrir
, nem todo mundo olha pra dentro. Conheço muita gente que acorda, trabalha, ri, bebe, come, se diverte, dorme, acorda, trabalha, ri, chora, bebe, come, dorme, acorda, trabalha… e não questiona muito a vida, o que ha por traz disso tudo, o que podemos ser, fazer, sonhar. Que estranho, não questionar, pensar a fundo, ver a vida e seus seres de maneira mais profunda. Me soa estranho, mas nem deve ser tao estranho assim. Talvez a estranha seja eu, será?
Este ano me descobri novamente. Por algum tempo vinha alimentando a vontade de voar pra outros mundos, ver outras pessoas, viver novos lugares, respirar de novo, sorrir, cantar de outro jeito.Afinal, um dia estamos aqui e no outro… Onde estaremos? Então, no meio de uma viagem, parei e de novo olhei pra mim: E agora? Agora eu quero o mundo todo.
Explorar lugares, mares e montanhas. Viver como um passarinho, sem morada que me agarre, sem fixação nas coisas. Quero ver o mundo. Quero meu pequeno mundo vendo o mundo. Quero meus filhos, meu amor, vendo o mundo. Tem gente tao diferente da gente. Que maravilha essa gente diferente. Que maravilha ser novo, engatinhar de novo. Mergulhar nu em um nova realidade, um novo país, uma nova vida.
Me descobri de novo. Me descobri em um novo caso de amor com a vida.

E você. Um dia parou e pensou: E agora?

Beijos de amor…

Ju C.

Vamos falar sobre a água…

22 de mar de 2017 | Sem categoria | por:
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Falar sobre sustentabilidade, coletividade, civilidade e direitos iguais, se torna, às vezes, difícil quando enfrentamos problemas maiores de saúde pública. 

Uma em cada três pessoas no mundo – cerca de 2,4 bilhões de indivíduos – ainda não têm acesso a serviços de saneamento básico e água potável. O levantamento foi feito pela concluiu Unicef em parceria com a World Health Organization (WHO).

Para ajudar a promover o acesso à agua potável no Brasil, a Stella Artois se uniu à Water.org, do ator Matt Damon, e lançou em São Paulo, a campanha global Buy a Lady a Drink, que já beneficiou 14 países na mudança do cenário de falta de água potável. Para contribuir com a ação, Stella Artois apresentou três cálices exclusivos e de edição limitada que terão as vendas revertidas à Water.org.

A campanha garante que a cada cálice vendido, cinco anos de água serão fornecidos a comunidades mapeadas pela ONG. 
#PasseOCálice #1Cálice5Anos @stellaartoisbrasil @water

 
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