Sereinha

03 de fev de 2016 | Vem Viver | por:
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(Foto: Marcella Figueiredo e Araponga)

O dia 02 de fevereiro sempre foi simbólico pra mim… O misticismo, a devoção, as pessoas, a rainha iemanjá e todos os seus mistérios, e o mar. O mar, este sim, sempre foi morada, lugar de parar o tempo, de lavar a alma, de recarregar energias, de pedir, de agradecer, de entrar no centro, ficar em paz…

Bem neste dia, há um ano, minha sereia chegou. E ela é tão solar… Risonha, um ser transbordante de alegria. Helena foi tão desejada, é tão amada e eu me sinto tão feliz por ela existir na minha vida que o meu desejo é agradecer todos os dias por ela, por mim, pelo mundo que estamos construindo, pela nossa família e pelo muito que tenho aprendido com ela e por ser mãe dela.

Ser uma mãe tranquila não é algo simples ou fácil, mas foi algo que eu sempre quis, desde o meu primeiro filho João Matheus. Com ela eu consegui desenvolver e colocar em prática coisas que eu sempre acreditei. Com ela a lambuzeira é maior, a preocupação é mais leve, o viver é mais fluido. Um dia de cada vez e cada momento com a sua importância. E isso também me transformou com João. Viver a maternidade é a coisa mais maravilhosa que existe e apesar da ligação mãe-filho ser algo tão intenso por natureza, ela pode ser mais divertida, alegre e feliz se a gente perceber as vantagens de deixar a leveza tomar conta dos nossos dias, mesmo sabendo que os (muitos) momentos enlouquecedores existem.

Agradecer…

Que feliz, filha. Que feliz eu sou… Minha Helena, minha sereia…

(Foto: Marcella Figueiredo)

(Foto: Marcella Figueiredo e Araponga)

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